O guia do mochileiro das galáxias

O guia do mochileiro das galáxiasArthur Dent é mais um daqueles terráqueos como você… normal. Ele leva a vida dele normalmente, se é que se pode chamar uma vida onde você tem que impedir a demolição da sua casa todos os dias de normal. Arthur estava preocupado com a sua casa mas nem imaginava que algo pior estava para acontecer naquela manhã em que seu amigo Ford Prefect lhe conta que ele é um alienígena e que precisa fugir porque sabe de um plano interestelar para a demolição do planeta terra visando a construção de uma rodovia interestelar. Ford Prefect é um mochileiro que, de posse de seu formidável guia, vaga pelas galáxias à procura de aventuras. Mas ele não imaginava que dessa vez a sua aventura seria tão emocionante.

É dessa maneira louca que Douglas Adams começa a sua “trilogia de cinco livros”. O “O guia do mochileiro das galáxias” é o primeiro livro dessa série que é sucedida de “O restaurante do fim do universo“, “A vida, o universo e tudo mais“, “Até logo e obrigado pelos peixes” e o quinto livro que não tem tradução para o português e é conhecido por “Mostly Harmless“.

Essa fantástica série, que surgiu de uma série produzida para uma rádio, é muito conhecida dos fãs do gênero ficção científica mas pode ser lida também por quem não aprecia muito esse gênero pois o mesmo é escrito em forma de sátira e é repleto de boas tiradas.

Em 2005 essa história foi transformada em filme que logo e transformou em sucesso de bilheteria. O filme trás uma compilação com trechos da história dos 4 primeiros volumes da série e o destaque fica para o Robô depressivo Marvin.

Esse é o livro ideal para quem pretende ter horas agradáveis de leitura e ter vários acessos de riso com as situações absolutamente inusitadas que são criadas pelo autor. O leitor mais atento também conseguirá notar algumas críticas mais ácidas ao estilo de vida britânico (o autor é inglês). O autor também apresenta respostas para questões mais profundas que tratam sobre a vida, o universo e tudo o mais levando o leitor a entender porque o número 42 é tão importante para todo o universo.

A tradução para o português feita pela editora Sextante, apesar de não ser a ideal, não compromete a qualidade do material. O único problema mais visível foi a tradução de “Babelfish” para “Peixe Tradutor” onde infelizmente não consigo sugerir nada melhor.

Atualização: O quinto livro da séria também foi traduzido para o português sob o título de “Praticamente Inofensiva“.

Para comprar: siga os links fornecidos ao longo da resenha.

  • http://blog.licio.eti.br licio

    Não é “Peixe Tradutor”, eles traduziram como “Peixe Babel”.
    Vou procurar nos meu livros e te falo a referencia certa.. :)
    Ah, brigadão por achar o quinto livro.

  • http://blog.licio.eti.br licio

    Não é “Peixe Tradutor”, eles traduziram como “Peixe Babel”.
    Vou procurar nos meu livros e te falo a referencia certa.. :)
    Ah, brigadão por achar o quinto livro.

  • LVR

    Buenas,

    Eu li “O Restaurante no Fim do Universo”, não achei tão engraçado. Aí, peguei o “Guia do Mochileiro” nas mãos e pensei, dei uma folheada e pensei: vai ser igual ao outro…

    Resumo: não gostei.

    T+

    LVR

    • http://www.pythonologia.org/ Osvaldo Santana

      Bom…

      Eu acho que as continuações são muito parecidas com o primeiro (O Guia…). Isso faz com que as piadas percam um pouco a graça. Como você começou a ler ‘de trás pra frente’, é claro que você acharia “O Guia…” chato.

      Na próxima vez seria interessante ler as séries na seqüência correta :)

      Além disso trata-se de um estilo de humor Inglês (estilo Monty Python e afins). Tem gente que gosta mas tem gente que odeia. Quem gosta diz que se trata de um “humor inteligente”, mas não concordo com isso. Só acho mais ácido e menos escrachado.

  • LVR

    Buenas,

    Eu li “O Restaurante no Fim do Universo”, não achei tão engraçado. Aí, peguei o “Guia do Mochileiro” nas mãos e pensei, dei uma folheada e pensei: vai ser igual ao outro…

    Resumo: não gostei.

    T+

    LVR

    • http://www.pythonologia.org/ Osvaldo Santana

      Bom…

      Eu acho que as continuações são muito parecidas com o primeiro (O Guia…). Isso faz com que as piadas percam um pouco a graça. Como você começou a ler ‘de trás pra frente’, é claro que você acharia “O Guia…” chato.

      Na próxima vez seria interessante ler as séries na seqüência correta :)

      Além disso trata-se de um estilo de humor Inglês (estilo Monty Python e afins). Tem gente que gosta mas tem gente que odeia. Quem gosta diz que se trata de um “humor inteligente”, mas não concordo com isso. Só acho mais ácido e menos escrachado.