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À Sombra de Titãs

Não, eu não morri. Sim, estou passando por uma crise criativa. E já vou avisando que esse post está completamente mela-cueca e “puxa-sacos” 🙂

Todo nerd é saudosista. Se isso não fosse verdade nós não nos interessariamos por coisas como MSX, TRS-80 e Apple II. Como nerds costumamos chamar de antigüidades enquanto os outros chamam apenas de lixo ou velharia.

Com meu ‘bit’ saudosista habilitado (só nerd pra escrever essas coisas) resolvi fazer um levantamento do meu envolvimento com as pessoas da Comunidade do Software Livre brasileira.

Eu tive uma sorte muito grande de sempre ter convivido ao lado de “Titãs” do Software Livre. Se fosse possível “aprender por osmose” eu certamente seria um gênio mas infelizmente não é. Para homenagear essas pessoas resolvi dar nome aos GNUs (ha ha ha que tentativa horrível de fazer um trocadilho).

O legal desses GNUs é que nem sempre eles aparecem ‘na mídia’ ou são tratados como ‘personalidades’ por outros membros da comunidade mas certamente eles fizeram algo pelo Software Livre.

Meu envolvimento com Software Livre começou efetivamente em 2000 quando comecei a trabalhar na Conectiva. Antes disso os programinhas Clipper que eu fazia eram liberados mas não sabia que isso era SL.

Hoje eu tenho a impressão que fui trabalhar lá por causa de uma ‘falha’ no processo de contratação. Só pode ter sido isso essa a razão. Afinal, nessa época eu não me envolvia com comunidade, me batia por dias tentando estabelecer uma conexão PPP (e nem era Winmodem :P) e nunca tinha conseguido concluir com sucesso uma compilação de kernel :). Nunca tinha feito uma linha de código em C para ambientes Unix (só para DOS) e mesmo assim fui parar no departamento de Pesquisa & Desenvolvimento da Conectiva. Meu inglês hoje é muito ruim, imagine naquela época 🙂

Lá na Conectiva, que hoje se chama Mandriva, trabalhava a elite do Software Livre brasileiro. Alguns desses profissionais ainda estão por lá e outros estão ‘por aí’. Para citar alguns: Arnaldo Melo (acme), Cavassin, Rodarvus (vulgo Rodrigo), Gustavo Niemeyer (Python, Smart, …), Sérgio Bruder (PontoBR), Cláudio Matsuoka (um moonte de coisas), Hélio (KDElio), Alfredo Kojima (WindowMaker, apt-rpm, …), Aurélio (verde, que à época era o verde666), Paulo César Andrade (driver Vesa pro XFree86), etc etc etc etc etc… E eu lá, no meio desse monte de gente 🙂

Não preciso dizer que ter trabalhado na Conectiva é equivalente a jogar na Seleção Brasileira para um jogador de futebol.

Algum tempo depois fui trabalhar Objective Solutions onde tive o privilégio de conhecer caras muito bons, entre eles: Klaus Wuestfeld (Prevayler). Na Objective eu aprendi a programar usando Orientação à Objetos.

Trabalhar com Python também faz com que a gente tenha contato com pessoas fora do comum no quesito inteligência. Não é qualquer comunidade que dispõe de pessoas do naipe de Luciano Ramalho, Érico Andrei, Jean Ferri, Rodrigo Senra, Pedro Werneck, Xiru, Sidnei da Silva, Gustavo Barbieri, José Nalon, etc etc etc.

As pessoas que fazem muito blablabla (chamados de “Boi” pelo Júlio Cezar Neves) deveriam se inspirar no trabalho dessas pessoas citadas aí em cima e parar de ficar discutindo coisas inúteis sobre “Melhor distribuição Linux”, “Gnome vs. KDE” ou outra coisa do tipo.

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A LER e a DORT

Por falta total de idéias para postar por aqui e por ter participado hoje de uma ginástica laboral no trabalho resolvi tratar de saúde.

Não existiria alguém mais inadequado para falar de saúde do que eu, um inveterado anti-atividades-físicas, mas nos casos específicos da LER e das DORT eu até atrevo a emitir uns comentários. Me atrevo porque já sofri consideravelmente com dores nos pulsos causadas por uma tendinite tratada à base de repouso prolongado e anti-inflamatórios.

Para nós programadores ‘repouso prolongado’ geralmente causa alguns problemas financeiros (principalmente quando se trabalha como ‘terceirizado’) e para evitar esse tipo de problema para meus colegas de trabalho vou tentar dar alguns conselhos de vários tipos para poupá-los de tais problemas.

Antes de começar vamos definir de forma simplista o que significa LER (Lesão por Esforço Repetitivo) e DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho).

A LER é uma lesão (como o nome diz) que é causada pela movimentação repetitiva de partes do nosso corpo. Exatamente o tipo de movimento que meus dedos estão fazendo enquanto digito esse texto ou movimentando o mouse.

A LER é um tipo de DORT. DORT é qualquer problema causado à nossas estruturas ósseo/muscular por atividades relacionadas ao trabalho. A LER é a mais famosa delas.

Após essas definições supersimplificadas que certamente causarão arrepios aos mais experientes professores de educação física e fisioterapeutas que lerem esse post vamos à algumas medidas que visam melhorar as nossas chances de não desenvolver um desses problemas.

Postura
Quando eu me sento para trabalhar pareço um lord-inglês. Postura ereta, cabeça posicionada corretamente, pés plantados completamente no chão e os braços e pernas formando ângulos retos. Essa posição dura cerca de 5 minutos. Esse é o tempo necessário para que eu me perceba praticamente deitado no assento das cadeiras e as mão digitando na altura da cabeça.

Esse problema tem sido o mais difícil de resolver e minhas costas já estão avisando que é bom eu providenciar rapidamente uma solução. Se eu praticasse alguma atividade física que fortalecesse a musculatura das costas esse problema diminuiria consideravelmente mas, definitivamente, sou preguiçoso demais para fazer isso 🙂

Estou pensando em me amarrar com um cinto bem apertado na linha da cintura à cadeira (da mesma forma que a gente usa cintos de segurança de 2 pontas). Assim eu não ‘escorregaria’ para baixo da mesa 🙂 Vou consultar algum especialista na área, experimentar isso e depois falo qual foi o resultado 🙂

Eu não achei uma boa ilustração para colocar aqui com a postura ideal para se usar um computador mas basta lembrar de algumas regrinhas:

  • Braços e pernas formam ângulos de 90 graus.
  • Braços apoiados completamente sobre a mesa.
  • Pés plantados completamente no chão.
  • Tronco ereto e olhos olhando para o ‘horizonte’.
  • Parte de cima da tela do monitor deve estar exatamente na altura dos olhos.

Equipamentos
Algumas dicas importantes para o uso do ‘equipamento’:

  • Não use aqueles apoios de braço. Eles fazem com que seu braço não fiquem totalmente escorados na mesa.
  • Use luvas imobilizadoras somente sob orientação de médico. Essas luvas podem até piorar a situação. Cuide também para, caso usá-las, não apertar muito para não prejudicar a circulação.
  • Se você tiver dinheiro para ‘gastar’ compre bons teclados e mouses. Gaste mais dinheiro nisso do que naquela super nVidia 9000GXF+++ que você estava pensando em comprar. Mouses e Teclados são um caso à parte por isso tratarei separadamente.
  • Eu prefiro monitores LCD aos CRT. Não só pela beleza e estética mas porque eles não oscilam e me dão menos dor-de-cabeça. Não sei se essa sensação tem algum fundamento científico mas minha experiência pessoal prefere o de LCD.

Teclados
Para nós programadores essa é a ferramenta mais usada. Então porque gastamos fortunas com placas de vídeo, memória e processador e sempre economizamos nesse dispositivo? Eu não entendo. Mas vou colocar aqui algumas coisas que eu, em minha experiência pessoal sem base científica/estatística alguma, percebi:

  • Teclados ABNT são melhores que teclado US para nós programarmos. Digitamos menos para obter um “ç”, ‘”‘ ou uma “‘” tão comuns para delimitar strings em um programa. Digitamos menos porque nos teclados ABNT essas teclas são separadas das teclas de acentuação tornando desnecessário ‘”‘+espaço para obter uma ‘”‘.
  • Prefira teclados cujas teclas tenham o ‘curso’ menor. Teclados de notebook são assim e alguns teclados para desktops à venda também possuem esse tipo de tecla.
  • Eu troquei o meu Caps Lock de lugar com o Control Esquerdo, assim, evito 2 problemas: ficar apertando Caps acidentalmente sempre que uso a letra “A” e fazer malabarismos para digitar as combinações Ctrl+A, Ctrl+S, …
  • Me disseram que teclados DVORAK economizam esse movimentos dos dedos, mas não sei se isso é verdade.

Mouse
Mouses com Wheel são práticos, mas destroem com o pulso de qualquer um. Se você conseguir desativar essa funcionalidade você será uma pessoa feliz. Eu não consegui viver sem essa facilidade 🙂

Evite usar o Mouse. Crie muitas teclas de atalho nos programas que você usa. O movimento teclado-mouse-teclado prejudica o braço.

O Resto
Algumas outras dicas importantes:

  • Participe das ginásticas laborais no seu trabalho caso elas existam. Se não existirem tente convencer a ‘chefia’ para que elas aconteçam (não tente fazer você mesmo essa ginástica pois fazer essas atividades de maneira errada pode atrapalhar mais que ajudar).
  • Instale o Workrave em sua máquina e desative a opção de ‘postpone’ :). Recomendo seguir as atividades propostas pelo programa. Tem algumas muito legais. Dica: desligue esse programa antes de entrar no Counter-Strike 🙂
  • Eu não gosto, mas se você gosta: pratique algum esporte/atividade física.
  • Evite programar em linguagens que exijam muita digitação: ‘public static int main(int argc, String argv[]) { System.out.println(“foo”); }’. Prefira ‘print “foo”‘ 🙂

Seguindo essas dicas você garante mais alguns ‘anos de vida’ para seu pulso.

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AppleScript e Python

O meu amigo Aurélio (verde) publicou um comparativo entre as linguagens AppleScript e Python para que programadores AppleScript possam começar a programar em Python e para que programadores Python possam começar a programar para AppleScript.

O comparativo esté em: http://aurelio.net/doc/as4pp.html

A muuuito tempo atrás eu programei um pouquinho (bem pouquinho mesmo) para AppleScript para automatizar algumas funcionalidades do QuarkXPress (software de editoração eletrônica) em um jornal que trabalhei e me lembro que realmente era muito fácil desenvolver nessa linguagem.

Na minha opinião ela peca por excesso de ‘verborragia’ e o principal problema dela é o fato de funcionar apenas na plataforma Apple.

Para os que pretendem desenvolver aplicações maiores para essa plataforma seria legal dar uma olhada na linguagem Objective-C e nos bindings Python para Objective-C.

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Mini-curso Python

Sexta-feira passada ministrei um mini-curso de Python no meu trabalho.

O pessoal gostou da linguagem e achou ela bastante prática. Mas não faltaram as reclamações de sempre:

…blablabla ter que colocar o ‘self’ na declaração do método blablabla…

Ou ainda aquela:

…blablabla bloco de código definido por indentação blablabla…

E tem aquela “inédita” da:

…blablabla SEM TIPAGEM MEU CÓDIGO VAI FICAR TODO BUGADO! blablabla…

Se tipagem reduzisse a quantidade de bugs de um sistema dificilmente uma aplicação Java tinha erro.

Ah… e já ia me esquecendo da famosa:

…blablabla É LENTO!!! blablabla…

Essa repetição de argumentos já está me deixando cansado. Podiam começar a usar alguns argumentos novos para o debate (como o fato da nomenclatura de métodos e classes dos módulos da biblioteca padrão serem todos ‘despadronizados’ ou coisa do tipo).

Mas de todas as que eu ouvi lá a que eu mais amo de paixão é a frase:

Python não serve para desenvolver sistemas grandes.

É… Alguém precisa avisar o pessoal do Google disso…

Acho que uma pessoa menos cabeça-dura/teimosa do que eu já estaria acreditando em tudo isso que foi dito e estaria feliz programando em XML… ops… Java com Struts em algum departamento de TI Dilbertiano me achando o programador mais feliz do mundo por estar “ganhando dinheiro” com isso.

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Tempo e disciplina

Apesar de ser ainda muito jovem (tá, eu admito que estou com alguns fios de cabelo branco aparecendo e alguns dos fios pretos insistem em se suicidar pulando da minha cabeça) eu programo computadores a bastante tempo. Pra falar a verdade eu programo computadores desde meus 9 anos de idade (nasci em 1977) quando programava em LOGO (aquela da tartaruga) e Basic (MSX e Apple).

Já notaram como nerds são saudosistas? 🙂

Apesar da minha pouca idade eu era um mini-nerd muito disciplinado. Sempre que começava a desenvolver alguma coisa parecia uma máquina de produzir código (e quando eu vi alguns desses códigos recentemente descobri que eu programava muito melhor do que hoje). Sentava diante do meu Expert e começava a ‘fritação’, comia os lanches oferecidos na minha jaula… digo… quarto com uma das mãos enquanto a outra digitava ‘if opc$ = “a” then gosub 10000: rem subrotina foo’…

Nos finais de semana meus colegas do bairro (sim, eu era um nerd com amigos, não me pergunte como eu fazia) iam todos para casa jogar no meu computador. Mas não iam jogar “Kings Valley” da Konami, iam para jogar o ‘superjogo’ feito por mim “ED-209” (inimigo do Robocop) que movimentava “Sprites” e fazia side scrolling… jogo bom mesmo.

Hoje eu não consigo mais essa façanha. Pareço um doente de ‘DDA’. A desculpa que eu dava era a de que eu não tinha tempo. Mas neste exato momento eu tenho tido bastante tempo e mesmo assim não tenho produzido nada.

Posso tentar criar diversas desculpas para esse problema mas a verdade é que minha disciplina foi-se embora a muito tempo e mal consigo segurar um pouquinho dela para fazer um post para esse blog.

Esse tipo de situação faz com que eu sinta uma inveja muito grande (uma inveja sadia daquele tipo que parece muito com admiração) de pessoas como o Gustavo Niemeyer. O Gustavo parece ter um dia de 36 horas para trabalhar. É impressionante a lista de projetos que ele consegue produzir. Ontem ele lançou a versão 1.0 do módulo DateUtils para Python. Isso foi pouco tempo depois dele ter apresentado uma palestra na EuroPython sobre o outro módulo Python para resolução de problemas de restrições que ele também fez. Ele também fez o Smart e o Pybot, tem também o LunaticPython e o … e o … e o …

Não é pra ter inveja? 🙂

Eu não fiz links para os projetos dele porque deu preguiça e porque todos estão listados na página pessoal dele.

Para compensar a total falta de coisas feitas em casa eu tenho feito bastante coisa legal no trabalho. Tenho trabalhado com Python (e C, já que estou fazendo bindings para uma biblioteca feita em C) para fazer com que essa linguagem seja bastante usada na plataforma Maemo.

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800!

Parece que estou inspirado hoje… Acho que o motivo é que passamos a marca dos 800 membros na nossa comunidade pythoniana 🙂

Agora é trabalhar bastante para continuarmos crescendo até dominar o mundo… 🙂

Conseguimos superar essa marca porque o BR-Linux publicou uma notícia falando sobre o sucesso de nossos amigos Rodrigo Senra e Gustavo Niemeyer estão fazendo na Europython.

Parabéns à todos que contribuiram para atingir esse número de usuários e parabéns ao Rodrigo Senra e ao Gustavo Niemeyer pelo trabalho realizado.

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Submissão de trabalhos pro Conisli

Finalmente eu consegui.

Não sei qual é a razão mas aparentemente o sistema de cadastramento de proposta de trabalhos pro Conisli tem uma certa implicância com meu endereço de e-mail no Gmail. Foi só colocar o endereço de e-mail da minha conta no provedor Oi que eu consegui receber a senha de acesso ao site.

Aliás, vou fazer uma observação que pode parecer maldosa mas é na intenção de sugerir melhoras: Que sisteminha horrível aquele. Além da implicância com meu e-mail ele ainda ficou um tempo considerável sem funcionar.

Agora é esperar. Será que o Conisli aprova palestras sobre Python? Ou a mesma história do FISL vai se repetir?

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Recomendação de Leitura

O post de hoje é só uma indicação de um outro post (eu ainda vou escrever sobre como é difícil ser ‘criativo’ todos os dias para postar em um blog) de um outro blog de uma amigo meu.

O Fabio Olive atualmente trabalha numa empresa que tem um ambiente-padrão-corporativo-de-IT (tipo de ambiente onde também trabalhei) e dá uma visão bastante pessoal e informal sobre o que ele acha desse tipo de ambiente.

Recomendo uma lida nesse post.

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Trabalho no Porte do Python

O post de hoje é para mostrar para você como é que tem sido o trabalho do “porte” do Python para a plataforma Maemo. Como todos já devem saber estou trabalhando em Recife no Instituto Nokia de Tecnologia. Depois de algum tempo eu consegui que me autorizassem tirar uma foto de nosso escritório em pleno dia de trabalho.

Espero que vocês não sintam muita inveja 🙂

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Codegen Definition file generator

Já dizia meu pai: ‘Cabeça não pensa, o corpo sofre’. Precisei de um gerador automático de arquivos de definição (.defs) usados pelo codegen do PyGTK para gerar automaticamente os bindings Python para o PyGTK aqui no meu trabalho.

Após uma rápida procura dentro do diretório codegen do PyGTK não achei nada que poderia fazer esse tipo de tarefa e então parti para a ‘ação’ e fui implementando um scriptzinho que fizesse isso.

Hoje me deu um ‘estalo’ e eu resolvi perguntar para o Kiko se ele sabia de algo que fazia isso. Ele me respondeu: ‘codegen/h2def.py’. Resultado: trabalho perdido :
De qualquer forma eu usei uma maneira ligeiramente diferente para resolver o mesmo problema.

Acontece que o meu script não está completo ainda (falta parsear estruturas ‘enum’) e estou com pressa para terminar meu trabalho. Como já existe um script pronto para fazer isso vou usá-lo agora e futuramente termino o meu.

Para o caso de eu demorar para voltar ao meu script vou disponibilizá-lo aqui. Se alguém quiser mexer nele, ou, submetê-lo para o pessoal do PyGTK, mande bala.